Aos 86 anos de idade.
Ontem após sentir formigamentos e outros sintomas que indicavam problemas com o coração, foi levada para o hospital em Lins, onde ficou internada e veio a falecer ás 4 horas desta manhã.
Amélia Ceron Bolognesi foi durante muitos anos telefonista em nossa cidade.
Sabino não possuía telefones com discagem direta (nem à distância e nem locais) e os aparelhos tinham manivelas, que eram acionadas para chamar a telefonista que fazia as ligações.
Dona Amélia foi um exemplo de vida a ser seguido. Também trabalhou na cerâmica Santo Antônio, onde sofreu um acidente no qual perdeu um dos braços. Mesmo assim, nunca deixou de trabalhar e executar as tarefas do cotidiano doméstico, como qualquer outra senhora do lar.
Era uma pessoa bem disposta que ajudou a criar os netos e bisnetos.
Na última quinta-feira, eu encontrei-me na rua com ela e com sua neta, a Tonha, e lhes pedi uma foto da Dona Amélia, para que eu, através do BdR, lhe fizesse uma justa homenagem por tudo aquilo que ela representava para a nossa cidade.
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| Durante muitos anos, dona Amélia trabalhou numa mesa telefônica igual a essa. |
Deixou a filha Vanice, o genro Tonhão, os netos Vamberto, Maria Amélia e Ana (Tonha) , bisnetos e sobrinhos.
Deixo aqui, para a família enlutada, o meu pesar e o de minha mãe Edith Mello, bem como o de meus irmãos Dalthon, Egle e Viviane.
O vazio será grande para Sabino.
O enterro será hoje, às 17h.


