Quem fala a verdade proclama a justiça

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Beto Coville: Um artista sabinense nas telas do Brasil e de Portugal

Hoje , às 22h, o canal Brasil exibe o filme "A Primeira Missa – ou Tristes Tropeços, Enganos e Urucum", que conta com a participação em seu elenco do sabinense Beto Coville, irmão da enfermeira Lúcia, do posto de saúde.



Beto Coville tem 44 anos, é filho do senhor Carlos Nicodemos Coville, o Carlos da areia, (já falecido e que dá nome à pracinha próxima a ponte) e de dona Helena Formigoni. Além da Lúcia, tem como irmãos o Carlinos e o João Luis.

Além de ator de teatro, cinema e televisão, Beto Coville é dentista e exerce essa profissão em Portugal, onde reside há quase vinte anos.

Desde criança Beto Coville demonstrava sua vocação artística. Era figura permanente nas festas de escola, cantando, dançando e representando.

Dentre outras lembranças que tenho do Beto em apresentações de nossa época de estudante, destaco uma em que ele e a Lilian Siviero encenavam um casal caipira em que cantavam  um "desafio". Inclusive um trechinho  que o Beto cantava eu ainda me lembro bem: " De dia lumia o Sor; De noite lumia a Lua; A Nha Zefa vem Chegando com seus passos de perua".

Fico muito feliz de ver uma pessoa que acreditou em si próprio e chegou onde queria chegar.

Parabéns, Beto!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Delegado sequer compareceu na delegacia para averiguar se houve sequestro ou não

Conversei hoje, mais uma vez, com uma das conselheiras tutelares que prestaram depoimento, na Delegacia de Polícia de Lins, a respeito do caso da adolescente (vejam essa história clicando aqui) que foi mantida em cárcere privado pelo ex namorado, e fiquei estarrecido com um detalhe que, de tão absurdo, me passou despercebido quando soube dessa história. O delegado André Luiz Teixeira sequer apareceu na Delegacia no momento do registro da ocorrência. Todas as suas instruções foram passadas para a escrivã de polícia de plantão via telefone.

Isso é o absurdo dos absurdos.

Está instaurado o serviço "disque-delegado", nas delegacias de polícia de todo estado de São Paulo?



É assim que me sinto, muitas vezes, no nosso Brasil


As conselheiras tutelares permaneceram na delegacia de polícia de Lins por horas, mas o super delegado André Luiz Teixeira ( ou outro qualquer) não "deu as caras".

Como pode um delegado de polícia agir dessa maneira num caso tão grave?

Mas se assinam o Boletim de Ocorrência e os termos de declarações como se estivessem presente s nesses atos não estariam cometendo um crime também? Não seria isso falsidade ideológica - art. 299 do CPB?

Pode isso Arnaldo?

Lógico que não pode não.

Porém, para o bem da verdade e da justiça, preciso esclarecer que essa ausência dos delegados de polícia, nas oitivas de testemunhas e investigados, não é prática exclusiva do  André Luiz Teixeira, que tem 30 anos de "puliça".

Aqui em Sabino, isso é a regra.

Inclusive num  caso de suma importância para a sociedade sabinense e brasileira, que é a apuração criminal  das responsabilidades relacionadas à compra de votos na eleição de Sabino, em 2012, o delegado que presidia esse inquérito policial informou com todas as letras ao escrivão de polícia de Sabino que não apareceria um dia sequer para ouvir quem quer que fosse. Que essas oitivas deveriam ser realizadas única e exclusivamente pelo escrivão, deixando para esse servidor público toda a responsabilidade  do feito.

Absurdo!

Quando eu soube disso, ao acompanhar meu cliente que foi prestar declarações, fiz constar no termo que o depoimento só seria dado com a presença do delegado de polícia que tinha a obrigação de estar ali naquele momento.

Faço essas críticas públicas no intuito de ver uma polícia melhor, um serviço público melhor, uma sociedade melhor.

Que fique bem claro que não estou estendo essas críticas a todos os delegados de polícia e a todos os policiais civis do Estado de São Paulo.

Já tive a oportunidade de  testemunhar bons trabalhos como o delegado Artur e João Pandolfi, só para citar dois exemplos.

Também já tive a oportunidade de diversas vezes conversar com o Dr Wellington, atual delegado seccional de polícia, e também com o Dr Marcelo Muniz, que era assessor do delegado seccional. Sempre fui atendido muito bem.

Então, que ninguém leve essas críticas como sendo para a classe de delegados.
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